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Entrevista - Tomas Bertoni

  • 1 de ago. de 2016
  • 3 min de leitura

Foto: Deivide Leme

A Larissa (scalenegifs) e ex administradora do Grupo Scalenos fez uma pequena entrevista com o guitarrista do Scalene, nosso querido Tomas Bertoni e aqui esta ela. Esperamos que vocês curtam bastante.


Entrevista:



1- Como está sendo a experiência músico/empreendedor? Está sendo difícil conciliar as coisas ou mais fácil por ser com o Diego?


Nós sempre fomos músicos e empreendedores. Scalene até meio do ano passado se coordenava 100% internamente. Hoje temos mais estrutura, mas a mentalidade e filosofia continua a mesma. A Rockin' Hood é uma extensão do nosso lado "empresário/empreendedor", não tá sendo tão diferente, mesmo lidando com projetos diversos que nunca tínhamos lidado antes. Legal desse mercado é que a cada nova etapa você lida com desafios novos seja qual for sua função. De vez em quando é bem cansativo fisicamente e emocionalmente, mas faz parte. Com o Diego já trabalhamos desde final de 2011 então é bem entrosado e já nos conhecemos bem.

2- Como surgiu a Rockin' Hood?


De certa forma a Rockin' Hood começou início de 2014. Começamos a desenhar vários projetos juntos e buscar apoio ou patrocínios. Eram oito no total e projetamos que uns dois ou três iam pra frente. Eram projetos pra somar ao que o Scalene já fazia. De repente sete dos oito projetos foram pra frente. A partir daí surgiu uma necessidade e uma possibilidade de criarmos parcerias pra viabilizarmos e executarmos esses projeto. Meados de 2015 surgiu a idéia de realmente criarmos a Rockin' Hood e a partir dela continuarmos criando projetos como esses que já estamos fazendo.


3- Vocês estão onde queriam estar ou tem metas ainda maiores?


Metas ainda maiores, o que não significa que não estamos orgulhosos e felizes com tudo que já fizemos. Novos desafios, desbravar novos horizontes, descobrir terras fora do mapa é empolgante e o que nos move.

4- Depois da premiere vocês entrarão em turnê ou darão uma pausa? Quem sabe pro inicio do processo produtivo de mais um álbum...


Estamos numa breve pausa essa segunda metade de julho/inicio de agosto. Já estamos no processo criativo de mais álbum. Só meio do ano que vem ou talvez só segundo semestre do ano que vem, então nem adianta criar expectativa ainda, bora curtir o DVD.

5- Quanto a recepção do público, vocês tem notado uma conexão entre vocês e eles? Porque as vezes pra um fã, o músico se torna apenas um produto, uma mercadoria, isso acontece com o Scalene? Porque a impressão que temos é que a música de vocês é um organismo vivo que consegue tocar e conectar as pessoas de alguma forma.


Na verdade quando somos tratados como produto é bem frustrante. Essa conexão existe justamente por ser algo real e humano entre todos nós. É comum sermos tratados com falta de educação ou como se fôssemos obrigados a suprir todo e qualquer anseio de alguém. De forma geral, o saldo é MUITO mais positivo que negativo, sabemos diferenciar as coisas e nossos fãs são maravilhosos.

6 - Quanto ao público LGBT, há uma grande parcela de fãs, incluindo no Grupo Scalenos e, é comum ouvirmos deles o quanto a música de vocês os ajuda no processo de auto aceitação, alguns chegam a sofrer preconceito de pessoas que dizem que eles curtem Scalene pelo fato de serem gays e pela aparência de vocês, sabemos que a conexão entre fãs e Scalene está bem além disso, além das aparências. Mas vocês já pensaram que a música de vocês ajuda essas pessoas a se sentirem acolhidas? Afinal a música tem poder de acalentar e com o Scalene não é diferente.


O quão pequena, sem personalidade e infeliz é a pessoa que precisa diminuir os outros pra se sentir bem? Espero que nossas músicas possam ajudar inclusive essas pessoas, coitadas. Não vale a pena nem dar ouvidos e fico feliz que temos fãs que sabem o que são, o que querem e, apesar de sofrerem preconceito, permanecem verdadeiras à própria essência.

Sobre o Scalene, não estaríamos aqui ainda e crescendo cada vez mais se nos sustentássemos nas aparências. Isso é comentário de gente frustrada, invejosa e que não conhece nossa trajetória.




É isso, agradecemos muitissimo ao Tomas pela entrevista e a vocês por terem lido!


Foto: Deivede Leme



 
 
 

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